Iguaria tradicionamente conhecida e celebrada dentro – e fora – da culinária africana e afro-baiana, a acarajé [ou o acarajé, por assim dizer] tem sua incontestável importância como instrumento de sustento e ofício para inúmeras mulheres que sobrevivem e criam seus filhos, dignamente, através de seus tabuleiro. Com isso, desde 2010 – através da promulgação da Lei 12.206, a data de 25 de novembro tornou-se Dia Nacional das Baianas de Acarajé.
Aqui em Salvador [com mais de 3,500], elas já se tornaram elementos de destaque nas paisagens urbanas: estão em todos os lugares. Muito antes de se tornar moda falar de empoderamento feminino, lá estavam elas fazendo parte do cotidiano socio-cultural e promovendo a vanguarda. Portanto, hoje, é direito delas terem todas as merecidas celebrações em torno das tantas histórias, passadas de gerações em gerações, e mantendo a manutenção das raízes que vão além do sincretismo religioso. É mais que um símbolo, é resistência e representatividade. Viva às baianas de acarajé!!!











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