|Hot Park Sauípe

Ambiental: conservação ativa, engenharia de baixo impacto e reaproveitamento de recursos. Em um terreno de mais de 580 mil m² licenciado para a implantação do novo Hot Park Costa do Sauípe, 100 mil m² serão efetivamente de área construída. A decisão estratégica da Aviva de conservar mais de 230 mil m² de área natural preservada – incluindo dois núcleos principais e outros menores de vegetação nativa dentro do parque e uma extensa Área de Preservação Permanente [APP] no entorno – promove conectividade ecológica e conforto térmico natural à região. Parte da área restante já era antropizada desde a inauguração do complexo de resorts da Costa do Sauípe no ano 2000, 18 anos antes da aquisição da Aviva. Essas ilhas preservadas dentro do parque permitem inclusive que as áreas sejam usadas, futuramente, em atividades ecológicas como contemplação ou pequenas trilhas e atividades de educação ambiental. Além disso, áreas de replantio também já estão em processo de recuperação, reforçando o compromisso de conservação ativa. A supressão vegetal foi conduzida com um plano rigoroso de afugentamento sustentável da fauna em direção oposta à rodovia que dá acesso ao complexo e de transplante de espécies endêmicas, com atuação de um time multidisciplinar que incluiu biólogos, veterinários e engenheiros ambientais e agrônomo. Parte do material lenhoso foi reaproveitado na fornalha que dá suporte aos hotéis Brisa Grand Premium e Hotel Terra, da Costa do Sauípe Resorts, para aquecimento de água, reduzindo o uso de gás e, consequentemente, as emissões de CO2. Isso também supre a compra de madeira de terceiros, reduzindo o impacto ambiental da operação. O restante dos resíduos orgânicos foi destinado à compostagem ou descarte licenciado, seguindo critérios ambientais rigorosos. “O Hot Park Costa do Sauípe é um projeto que respeita profundamente o ecossistema local. Suprimir menos do que o permitido é uma escolha consciente e estratégica que traduz nossa responsabilidade com o presente e o futuro da Restinga da costa litorânea da Bahia e da Mata Atlântica como um todo. Cada decisão do projeto passa por esse filtro de compromisso ambiental real”– afirma Neide Tavares, gerente de Sustentabilidade da Aviva. Além disso, as características desafiadoras do solo arenoso da região exigiram soluções técnicas inovadoras. Uma camada de 30cm composta por material arenoso com argila foi aplicada para selar o solo com areia adensada e permitir o tráfego de veículos necessários para as obras. O material utilizado teve documentação e rastreabilidade exigida dos fornecedores.

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